Loja de chocolates Kopenhagen (Bolsotini) usada para lavagem
A loja de chocolates sob suspeita. Uma franquia Kopenhagen teria servido para "legalizar" R$ 2,1 milhões, segundo o MP. Um ex-sócio fala em notas fiscais fraudadas. Veja o que a investigação encontrou.
O MP suspeitou que a franquia Kopenhagen de Flávio, no Rio, foi usada para "legalizar" pelo menos R$ 2,1 milhões. Segundo a investigação, R$ 500 mil foram ocultados na compra da loja e R$ 1,6 milhão circulou de forma suspeita na conta da empresa.
Um ex-sócio afirmou que a loja fraudava notas fiscais. Flávio chamou as acusações de "alucinação" de promotores.
Onde está o caso
As provas foram anuladas pelo STJ e o caso foi arquivado junto com a rachadinha.
Fontes
Outros casos
- Lavagem de dinheiro com o advogado Willer Tomaz (apostas)
- Dinheiro de Daniel Vorcaro (Banco Master) para o filme "Dark Horse"
- Suposta articulação com Vorcaro para interferir no 2º turno
- Propaganda eleitoral antecipada e pedido de inelegibilidade
- Calúnia contra Lula (postagem associando-o ao narcotráfico)
- Ligações com a milícia e com Adriano da Nóbrega ("Escritório do Crime")
- Mansão de R$ 6 milhões em Brasília e financiamento do BRB
- "Abin paralela": uso da Abin em favor da defesa na rachadinha
- Esquema da "rachadinha" no gabinete da Alerj (Caso Queiroz)
- Multas do TSE por desinformação na campanha de 2022
- Terreno de marinha obtido por advogado ligado a Flávio
- Lavagem de dinheiro com a compra e venda de imóveis
- Funcionários fantasmas no gabinete da Alerj
- Imóveis da família pagos em dinheiro vivo
- Vazamento da Operação Furna da Onça
- Funcionário fantasma na Câmara dos Deputados