Ligações com a milícia e com Adriano da Nóbrega ("Escritório do Crime")
Medalha para um homem preso. Flávio homenageou Adriano da Nóbrega, depois apontado como chefe do "Escritório do Crime", enquanto ele estava atrás das grades. A mãe e a ex-mulher de Adriano trabalhavam no gabinete. Entenda a ligação.
Como deputado, Flávio homenageou o ex-PM Adriano da Nóbrega com uma moção de louvor em 2003 e com a Medalha Tiradentes em 2005, quando Adriano estava preso. Adriano depois foi apontado como chefe do "Escritório do Crime" e morreu numa ação policial na Bahia em 2020.
A mãe dele, Raimunda Veras Magalhães, e a ex-mulher, Danielle da Nóbrega, foram nomeadas no gabinete de Flávio. Na denúncia da rachadinha, o MP afirmou que Adriano fazia parte do "núcleo executivo" da organização. Flávio atribuiu as nomeações a Queiroz, que confirmou ter feito as indicações.
Onde está o caso
Não houve condenação de Flávio. Em março de 2026, o MPRJ denunciou Raimunda por lavar dinheiro do filho. Flávio não foi alvo dessa denúncia.
Fontes
Outros casos
- Lavagem de dinheiro com o advogado Willer Tomaz (apostas)
- Dinheiro de Daniel Vorcaro (Banco Master) para o filme "Dark Horse"
- Suposta articulação com Vorcaro para interferir no 2º turno
- Propaganda eleitoral antecipada e pedido de inelegibilidade
- Calúnia contra Lula (postagem associando-o ao narcotráfico)
- Mansão de R$ 6 milhões em Brasília e financiamento do BRB
- "Abin paralela": uso da Abin em favor da defesa na rachadinha
- Esquema da "rachadinha" no gabinete da Alerj (Caso Queiroz)
- Multas do TSE por desinformação na campanha de 2022
- Terreno de marinha obtido por advogado ligado a Flávio
- Lavagem de dinheiro com a compra e venda de imóveis
- Loja de chocolates Kopenhagen (Bolsotini) usada para lavagem
- Funcionários fantasmas no gabinete da Alerj
- Imóveis da família pagos em dinheiro vivo
- Vazamento da Operação Furna da Onça
- Funcionário fantasma na Câmara dos Deputados