Ligações com a milícia e com Adriano da Nóbrega ("Escritório do Crime")

2003–2018 Encerrada Atualizado em 29/10/2026

Flávio Bolsonaro ao celular no plenário do Senado, em 2019
Foto: Pedro França/Agência Senado (CC BY 2.0)

Medalha para um homem preso. Flávio homenageou Adriano da Nóbrega, depois apontado como chefe do "Escritório do Crime", enquanto ele estava atrás das grades. A mãe e a ex-mulher de Adriano trabalhavam no gabinete. Entenda a ligação.

Como deputado, Flávio homenageou o ex-PM Adriano da Nóbrega com uma moção de louvor em 2003 e com a Medalha Tiradentes em 2005, quando Adriano estava preso. Adriano depois foi apontado como chefe do "Escritório do Crime" e morreu numa ação policial na Bahia em 2020.

A mãe dele, Raimunda Veras Magalhães, e a ex-mulher, Danielle da Nóbrega, foram nomeadas no gabinete de Flávio. Na denúncia da rachadinha, o MP afirmou que Adriano fazia parte do "núcleo executivo" da organização. Flávio atribuiu as nomeações a Queiroz, que confirmou ter feito as indicações.

Onde está o caso

Não houve condenação de Flávio. Em março de 2026, o MPRJ denunciou Raimunda por lavar dinheiro do filho. Flávio não foi alvo dessa denúncia.

Fontes

Outros casos

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